quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

CBH-ACARAÚ REALIZOU SUA ÚLTIMA REUNIÃO EM 2017


Cruz. O Comitê de Bacia Hidrográfica do Acaraú realizou nesta terça-feira, 12, a 47ª Reunião Ordinária, a última deste ano, no Auditório do SISAR, em Sobral.

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Na pauta da reunião, constava a leitura e aprovação da Ata da 19ª Reunião Extraordinária, a Comenda Zaranza que foi conferida ao ilustre cidadão do DIBAU Senhor Raimundo Pereira Neto, que se disse muito orgulhoso pelo reconhecimento do seu trabalho na direção do DIBAU – Distrito de Irrigação do Baixo Acaraú.

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José Maria, da Caritas, fez um relato sobre a realização do XIX ENCOB – Encontro Nacional de Comitês de Bacia Hidrográfica realizado de 7 a 10 de novembro em Aracaju, Capital de Sergipe, e Antonio dos Santos relatou sobre o 8º Encontro Intercontinental Sobre a Natureza, realizado em Fortaleza nos dias 5, 6, 7 e 8 de novembro, onde esteve representando o Comitê de Bacia Hidrográfica do Acaraú (FAC) e Irismar (CAGECE)

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Fernanda e Mariane apresentaram e fizeram uma discussão sobre a Lei de Segurança de Barragens.

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Patrícia fez a apresentação de contas sobre a situação hídrica do Vale do Acaraú mostrando o atual volume de água armazenado nos açudes monitorados pela COGERH.

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Bartolomeu da COHERH fez uma exposição sobre o trabalho de monitoramento feito com duas máquinas para limpeza e desobstrução de barramento no Rio Acaraú para que a água pudesse fluir com mais eficácia e chegar ao seu destino final para atender aos seus usuários.

Também, foram apresentados dados de Atualização do Cadastro de Usuários da Bacia do Acaraú.

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Foi agendo o Calendário de Reuniões Ordinárias para 2018 para os dias 4 de abril, 20 de junho, 17 de outubro e 12 de dezembro, em locais a serem definidos posteriormente. Também, foi agendado um curso de capacitação para os membros do Comitê nos dias 20 e 21 de fevereiro a ser realizado em Meruoca.

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Samuel Pimenta da SDA informou que, dia dezoito, acontecerá a 10ª Reunião Itinerante do Comitê da Seca, no Centro de Eventos em Sobral, com início previsto para as 9hs. Na pauta, os prognósticos da FUNCEME, o Programa de Perfuração de Poços e outros programas de relevante interesse para os cearenses.

Encerrou-se a reunião com os votos de um Feliz Natal e Próspero Ano Noivo para todos que fazem a COGERH e o Comitê de Bacia do Acaraú.

Dr. Lima

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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

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STF decide que há duas leis no Brasil – Uma para Lula e o PT e outra para o PSDB e seus aliados


Escrito por Bajonas Teixeira, Postado em Bajonas Teixeira, Lava-Jato

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Por Bajonas Teixeira, colunista de política do Cafezinho

O STF decidiu que o Brasil tem duas Constituições Federativas e dois Códigos Penais, um vale para o PT e para Lula, e o outro para o PSDB e os demais. A lei é dupla, mas os procuradores e juízes, os recebedores  de mais de R$ 70 mil reais por mês (chegando a mais de R$ 200 mil nos contracheques com o 13º salário), que aplicam essa lei dupla, são únicos e formam uma única casta.

Ao arquivar pedido de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, que teria recebido R$ 4 milhões de empresa investigada pela PF na Operação Acrônimo, o STF instituiu com toda clareza, e em definitivo, duas leis no Brasil. Agora ninguém pode mais ignorar que o que vale para Lula e para o PT, para os ex-ministros do PT, não vale para o PSDB, para os ministros de Temer e para os aliados.

O país agora tem dois Códigos Penais e duas Constituições da República Federativa.  E quem se beneficia com isso é, por exemplo, o governador Geraldo Alckmin, do PSDB, cujos planos de chegar à presidência seriam prejudicados com uma investigação sobre seu ex-secretário de Segurança, Alexandre de Moraes. E, claro, se beneficia também, e muito, Michel Temer, atual patrão do agora ministro Alexandre de Moraes. Um ministro da Justiça investigado por R$ 4 milhões? Seria péssimo para o golpe que já perdeu ministros demais.

Mesmo sem provas contra Lula, duas denúncias foram aceitas contra ele. Embora ele tenha sido deliberadamente ultrajado, seus direitos tenham sido pisoteados, e sua vida pessoal invadida, com a divulgação dos áudios ilegalmente gravados por Sérgio Moro, foi decidido que tudo isso não constitui crime.

Ao contrário, crime foi declarado o desejo de Lula, que os áudios ‘provariam’, de obstruir a Justiça assumindo o cargo de ministro da Casa Civil. Posição, aliás, que nada o impedia de assumir, que estava inteiramente em acordo com seus direitos políticos, e que foi obstruída por aquela divulgação criminosas das suas conversas.

Se o PT e Lula são culpados mesmos sem culpa, ou melhor, mesmo tendo seus direitos violados, o PSDB e os demais são isentos liminarmente, negando-se contra eles pedidos para investigar suspeitas objetivas e consistentes.

Pois é. O ministro Luiz Fux acaba de arquivar pedido de investigação contra Alexandre de Moraes, ministro da Justiça e filiado ao PSDB. O pedido esperou apenas oito dias no STF antes de ser negado.  A PF, na Operação Acrônimo, descobriu pagamentos suspeitos no valor de R$ 4 milhões ao ministro. A decisão do ministro do STF Luiz Fux sequer ouviu a Procuradoria Geral da República, procedimento padrão.

Além disso, diferente do mínimo que se exige dos investigados da Lava Jato, que provem a origem dos recursos, Alexandre de Moraes foi dispensado de apresentar qualquer prova.  O ministro do STF simplesmente decidiu, monocraticamente, valendo-se de uma previsão do Regimento Interno do STF, que “o fato narrado evidentemente não constitui crime”.

O mais engraçado, é que Alexandre de Moraes diz que não pode explicar os serviços prestados à empresa devido à “cláusula de confidencialidade”. Uma vez que ele diz isso, Luiz Fux é obrigado a concluir que então, como é mais que óbvio, “o fato narrado evidentemente não constitui crime”.

Caro leitor, O convidamos para visitar e curtir a página MÁQUINA CRÍTICA. Abraços.

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Fonte: https://www.ocafezinho.com/2016/10/08/stf-decide-que-ha-duas-leis-no-brasil-uma-para-lula-e-o-pt-e-outra-para-o-psdb-e-seus-aliados/

Brasil: em 15 anos, homicídios mataram mais do que guerras na Síria e Iraque, diz jornal

Projeto propõe doação de armas apreendidas em operações para órgãos de segurança do país


ssp.ma.gov.br

BRASIL

11:50 12.12.2017URL curta

1051

Os assassinatos no Brasil entre 2001 e 2015 tiraram a vida de mais pessoas no país do que o somatório de mortes ocorridas nas guerras do Iraque e da Síria, segundo dados publicados nesta terça-feira em um levantamento feito pelo jornal O Globo. Os dados compõem um crescimento exponencial da violência nas cidades brasileiras durante o mesmo período.

Segundo dados do Datasus, plataforma do Sistema Único de Saúde, ligado ao Ministério da Saúde, 786.870 pessoas foram assassinadas no Brasil entre janeiro de 2001 e dezembro de 2015, o que corresponde a uma morte a cada dez minutos, informou a publicação.

A título de comparação, 331.765 mortes foram registradas na Síria entre março de 2011 e julho de 2017, de acordo com o Observatório Sírio para os Direitos Humanos. Já o projeto Iraq Body Count (Contagem de Mortos no Iraque, em tradução livre) mostra que 268 pessoas morreram no Iraque entre 2003 e 2017. Somadas as suas guerras, 570.573 pessoas perderam a vida nos dois países que vivem conflitos internos.

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CC0 / PIXABAY

Atlas da violência: Brasil teve mais de 59 mil homicídios em 2015

Nem mesmo o terrorismo global matou mais do que os assassinatos no Brasil: o projeto Global Terrorism Database contabiliza 238.808 mortes decorrentes de atentados entre 2001 e 2016.

Os homicídios no país mataram mais do que os crimes do mesmo gênero em oito países sul-americanos somados, ou ao assassinatos registrados no período nos 28 países da União Europeia (UE).

Como estudos anteriores já demonstraram, 56% do total dos assassinatos no Brasil envolvem pessoas com até 29 anos, e 63% das vítimas são negras ou pardas. As armas de fogo correspondem a 70% dos homicídios, que envolvem homens em 91% das situações.

Para especialistas, os indicadores não surpreendem, já que o país possui 25 cidades entre as mais violentas do planeta, com mais de 40 assassinados por 100 mil habitantes, o que corresponde a quatro vezes mais que o limite estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para classificar como epidêmico o nível de homicídios de uma

Fonte: https://br.sputniknews.com/brasil/2017121210055773-homicidios-brasil-superam-siria-iraque/

Argentina, um país (quase) sem forças armadas. De quem é a culpa?